
Museu da Inconfidência
Preservação da memória política e sociocultural mineira dos séculos XVIII e XIX, componente do IBRAM.

Preservando o patrimônio industrial da antiga Fazenda de São José do Manso, no Parque Estadual do Itacolomi.
Instalado nas estruturas remanescentes da antiga Fazenda de São José do Manso, o Museu preserva parte significativa do patrimônio industrial associado à produção de chá preto em Ouro Preto.
Visão geral, missão de preservação e contexto de constituição do espaço.
O Museu do Chá está localizado no território do Parque Estadual do Itacolomi (PEIT), entre os municípios de Ouro Preto e Mariana, instalado nas estruturas remanescentes da antiga Fazenda de São José do Manso. O Museu preserva parte significativa do patrimônio industrial associado à produção de chá preto, reunindo equipamentos utilizados nas diferentes etapas de cultivo, beneficiamento e processamento do produto, mantidos em seu contexto original. Seu acervo constitui importante referência para a preservação e interpretação da história da produção de chá, das práticas de trabalho e das relações estabelecidas entre atividade produtiva, território e sociedade.
A trajetória centenária e o valor histórico deste patrimônio cultural.
A trajetória do Museu está diretamente relacionada ao desenvolvimento da produção de chá preto em Ouro Preto. Na década de 1930, sob a administração de José de Salles Andrade, a Fazenda do Manso passou por um processo de expansão da atividade, com a introdução de sementes provenientes da Índia e de equipamentos industriais importados da Alemanha. Nesse período, foi criada a marca Chá Edelweiss, cuja produção alcançou reconhecimento comercial e envolveu um expressivo contingente de trabalhadores. A atividade estruturou um complexo produtivo destinado ao cultivo, beneficiamento e comercialização do chá, deixando como legado os equipamentos e as estruturas que atualmente constituem parte central do acervo do Museu, além de memórias e relações sociais vinculadas ao trabalho e às comunidades do entorno.
Com a criação do Parque Estadual do Itacolomi, os remanescentes da antiga Fazenda do Manso passaram a integrar um território institucionalmente voltado à preservação de seu patrimônio natural, histórico e cultural. A permanência das estruturas e equipamentos da antiga fábrica possibilitou sua preservação e posterior musealização, dando origem ao atual Museu do Chá administrado pelo Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais (IEF). No âmbito do contrato de concessão firmado pelo Governo de Minas Gerais, os serviços do Parque estão sendo operacionalizados pela Parquetur. Nesse contexto, o Museu do Chá integra o conjunto de equipamentos culturais contemplados pela concessão.
Riqueza documental, peças sacras, mobília e criações artísticas preservadas.
O acervo reúne equipamentos utilizados nas diferentes etapas de cultivo, beneficiamento e processamento do chá, importados da Alemanha na década de 1930, mantidos em seu contexto original na antiga fábrica da Fazenda de São José do Manso.
Consulte horários, ingresso, regras de acesso e recursos disponíveis.
Consulte no local.
Dúvidas sobre agendamento e informações institucionais
Endereço no centro histórico de Ouro Preto e orientações de acesso.
BR-356, Km 98 - Bauxita (Parque Estadual do Itacolomi)
Bairro: Bauxita
Ouro Preto — Minas Gerais
BR-356, Km 98 - Bauxita (Parque Estadual do Itacolomi), Bauxita, Ouro Preto - Minas Gerais
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Instalações do Museu

Detalhes do acervo

Fachada e equipamentos
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Preservação da memória política e sociocultural mineira dos séculos XVIII e XIX, componente do IBRAM.

Memória econômico-fiscal do Ciclo do Ouro, arquitetura barroca e numismática.

Casa-museu que preserva a memória da Inconfidência Mineira e o cotidiano colonial de Vila Rica.